No contexto do Outubro Rosa, uma pesquisa do Instituto Datafolha, patrocinada pela AstraZeneca, revelou que 36% das mulheres com câncer de mama sentem falta de informações claras sobre exames e tratamento. Esse déficit de comunicação afeta a compreensão da doença e a capacidade de tomar decisões informadas.
Importância da informação clara
62% das entrevistadas afirmam que conteúdos de qualidade ajudam a entender a evolução do câncer e as perspectivas de recuperação. Luciana Holtz, do Instituto Oncoguia, destaca que informações úteis devem acompanhar a paciente em todas as etapas, facilitando o diálogo com a equipe de saúde.
Diagnóstico preciso e subtipos
Os avanços científicos permitem identificar três grandes subtipos de câncer de mama e biomarcadores específicos. Danilo Lopes, da AstraZeneca, explica que exames sofisticados, como a biópsia líquida, fornecem dados menos invasivos e auxiliam na escolha terapêutica.
Demandas das pacientes
57% das mulheres consideram essencial entender como tipo e subtipo influenciam o tratamento, e 48% valorizam informações que possibilitem discutir opções terapêuticas com médicos. A pesquisa, com margem de erro de 6 pontos percentuais e 95% de confiança, entrevistou 241 pacientes entre setembro e outubro de 2025.
Desafio futuro
Traduzir o conhecimento científico para a linguagem das pacientes é crucial para um cuidado mais personalizado e para reduzir a sensação de falta de informação, contribuindo para melhores resultados clínicos.
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