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📅 19/06/2026 ⏱ 15:55 📡 Infomoney 🤖 Gerado Automaticamente 🏷 ECONOMIA

Reserva de emergência ou seguro de vida: o que vem primeiro? Especialistas explicam

Reserva de Emergência ou Seguro de Vida: O Que Vem Primeiro?

Quando se começa a organizar as finanças pessoais, uma dúvida recorrente surge: é melhor formar uma reserva de emergência ou contratar um seguro? A resposta dos especialistas é categórica: sim. A reserva de emergência garante liquidez imediata para despesas inesperadas do dia a dia, enquanto o seguro protege contra eventos capazes de provocar perdas financeiras muito maiores.

“Quem tem seguro ainda precisa manter uma reserva de emergência, porque cada instrumento cumpre um papel diferente no planejamento financeiro”, explica Dennys Rosini, diretor de Produtos da Prudential do Brasil. Enquanto a reserva garante liquidez imediata para despesas inesperadas do dia a dia, o seguro protege contra eventos capazes de provocar perdas financeiras muito maiores.

A recomendação habitual é acumular entre seis meses e um ano da renda mensal. Ou seja, para uma pessoa que ganha cerca de R$ 10 mil por mês, o ideal é ter uma reserva de R$ 60 mil a R$ 100 mil. A construção desse colchão financeiro, porém, costuma ser gradual.

“Algum percentual entre 10% e 15% da renda mensal já seria um ótimo hábito para começar a formar essa reserva financeira”, diz Levy. Como a principal função da reserva é estar disponível quando necessário, o dinheiro deve permanecer em aplicações conservadoras e com liquidez.

Os especialistas indicam que a reserva de emergência é um valor separado para cobrir imprevistos que exigem dinheiro disponível rapidamente, como perda de renda, despesas médicas não planejadas, reparos urgentes ou necessidade de reorganização financeira da família. Já os seguros entram para cobrir situações potencialmente devastadoras para as finanças familiares.

“A reserva de emergência deixa de ser suficiente quando o impacto financeiro do imprevisto supera a capacidade da pessoa ou da família de absorver aquela despesa apenas com dinheiro guardado”, pondera Rosini. Segundo ele, isso ocorre principalmente em casos de morte do principal provedor da família, planejamento sucessório e proteção patrimonial.

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