Estudo brasileiro revela baixa taxa de reoperação após cirurgia conservadora da mama
Um estudo brasileiro avaliou 698 pacientes em estágio inicial de câncer de mama submetidas à cirurgia conservadora, seguida de radioterapia adjuvante, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2022.
Entre as participantes submetidas à quadrantectomia, a pesquisa mostra que apenas 5,2% precisaram de uma nova cirurgia.
A taxa foi mais elevada no hospital público, chegando a 9,9%, enquanto nos hospitais privados, 4,8%.
O carcinoma ductal in situ (CDIS) esteve associado a um risco aumentado de reoperação.
A reoperação após a cirurgia conservadora de mama representa uma série de implicações, incluindo o aumento dos custos de saúde.
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