Leilão do Galeão envolve estrutura de seguros mais complexa por se tratar de concessão reestruturadaDisputa marcada para o dia 30 na B3 mobiliza seguro garantia, coberturas operacionais e análise rigorosa de risco, diante do histórico de estresse do ativo e das obrigações assumidas pelo futuro concessionárioExclusivas O leilão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, marcado para o dia 30 na B3, deve movimentar o mercado de seguros com uma estrutura de garantias mais complexa do que a observada em concessões tradicionais de infraestrutura. Isso porque, segundo especialistas, a operação não envolve um projeto novo, mas a transferência assistida de uma concessão já existente, com histórico de desequilíbrio econômico-financeiro, repactuação contratual e novas bases para exploração do ativo. “Não estamos falando de uma concessão tradicional. O que está sendo feito é a venda assistida de uma concessão já existente, com a assunção integral da concessionária e, junto com isso, todos os seus ativos, passivos e obrigações. O investidor não está entrando em um projeto novo, ele está assumindo um ativo que já teve desequilíbrio econômico-financeiro e que passou por um processo de repactuação.
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