O Ministério da Saúde intensificou o monitoramento dos efeitos das queimadas na saúde da população amazônica, atuando em conjunto com governos estaduais e municipais. Visitas técnicas foram realizadas para avaliar a situação de 12 municípios que já demandam suporte nos serviços de saúde, especialmente diante da seca, fumaça e incêndios.
Grupos vulneráveis
Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes recebem atenção especial, pois a exposição à fumaça pode agravar quadros respiratórios e cardiovasculares. O foco inclui a garantia de insumos essenciais, como oxigênio, nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e demais áreas afetadas.
Logística e abastecimento
De acordo com a lógica de descentralização do SUS, os gestores locais são responsáveis pela compra, controle de estoque e distribuição de medicamentos e equipamentos. Em situações de calamidade, o Ministério pode intervir com compra emergencial de cilindros de oxigênio e apoio logístico das Forças Armadas para assegurar o reabastecimento.
Apoio federal e combate ao fogo
Paralelamente, o Ibama enviou 290 brigadistas federais e mobilizou aeronaves, incluindo dois KC‑390 da Força Aérea Brasileira, para intensificar as operações de combate. Até o dia 14, foram extintos 303 focos de incêndio no Amazonas.
Investimento e infraestrutura
O Projeto ProAmazon recebeu R$ 45 milhões desde 2024 para equipar o Corpo de Bombeiros Militar, adquirindo viaturas, equipamentos de segurança e estruturando bases de operação, reforçando a capacidade de resposta a incêndios e protegendo a saúde da população.
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