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📅 18/08/2026 ⏱ 12:53 📡 Medicina S/A 🤖 Gerado Automaticamente 🏷 NEGóCIOS

Interfarma apresenta 10 prioridades para a saúde no próximo governo

A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) produziu a Carta aos Presidenciáveis 2026, documento que reúne propostas e contribuições do setor para o futuro da saúde no país. Entregue às campanhas dos candidatos à Presidência da República, a Carta busca contribuir tecnicamente com o debate eleitoral e apresenta caminhos para ampliar o acesso à saúde, fortalecer a inovação e construir um ambiente institucional mais sustentável, previsível e competitivo no país. Representante de 41 empresas farmacêuticas inovadoras que atuam no Brasil, a Interfarma busca, com a iniciativa, colocar sua experiência técnica a serviço do debate público e contribuir para a construção de uma agenda de longo prazo para o país. A entidade defende que a saúde seja tratada como política de Estado e investimento estratégico, capaz de gerar benefícios para a população e impulsionar ciência, inovação, produtividade e desenvolvimento econômico e social.

“ A saúde precisa ocupar um espaço estratégico nas discussões sobre o futuro do Brasil. Com esta Carta, queremos contribuir para esse debate, apresentando prioridades para ampliar o acesso à inovação, fortalecer o sistema de saúde e impulsionar o desenvolvimento do país. A Interfarma está à disposição para dialogar e contribuir tecnicamente com essa agenda”, afirma Renato Alencar Porto, presidente-executivo da Interfarma. A Carta está estruturada em quatro pilares: Acesso à Saúde, Inovação e Desenvolvimento, Ambiente Institucional e Responsabilidade Social e Integridade.

A partir dessa agenda, a Interfarma destaca dez prioridades consideradas estratégicas para o próximo governo: As prioridades refletem dois desafios que caminham juntos: ampliar a capacidade do Brasil de atrair inovação e investimentos e garantir que esses avanços cheguem de forma mais ágil à população. Na pesquisa clínica, por exemplo, o Brasil passou da 18ª para a 12ª posição no ranking mundial de estudos iniciados, considerando dados preliminares do primeiro trimestre de 2026. Alcançar a 10ª posição pode representar cerca de R$ 2,1 bilhões por ano em investimentos diretos e benefícios para 286 mil pacientes. Ao mesmo tempo, após a incorporação de um medicamento ao SUS, o paciente ainda espera, em média, 37 meses para ter acesso ao tratamento, diante de um prazo legal de seis meses.

“ Temos uma oportunidade concreta de colocar o Brasil entre os protagonistas da inovação em saúde, atraindo mais pesquisa e investimentos e garantindo que os avanços científicos se traduzam em acesso para a população. Inovação, acesso e sustentabilidade precisam caminhar juntos, sempre com o paciente no centro das decisões”, afirma Renato Porto.

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