A terapeuta ocupacional Daiana Nascimento recebeu a notícia de que estava grávida após um longo tempo de tentativas e espera. No entanto, logo descobriu que a gravidez se tratava de uma “mola”, nome popular da doença trofoblástica gestacional, um tumor benigno que pode evoluir para um câncer de placenta maligno.
O que é mola gestacional?
A mola gestacional ocorre quando há um erro de fertilização, resultando em uma placenta imperfeita e, em alguns casos, um embrião com anomalias genéticas incompatíveis com a vida. A gestação precisa ser interrompida e a mola retirada para evitar complicações.
Acompanhamento e tratamento
Após a retirada da mola, é necessário um acompanhamento criterioso para avaliar a presença de células cancerígenas. O tratamento do tumor maligno é feito com quimioterapia. Felizmente, grande parte das mulheres que são adequadamente tratadas se curam e podem engravidar novamente.
Acolhimento e suporte
As pacientes que desenvolvem mola gestacional precisam de muito apoio logístico, financeiro e emocional. O hospital oferece atendimento social e psicológico, além de serviços de acolhimento, como musicoterapia, para ajudar as pacientes a lidar com a doença e suas consequências.
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