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📅 10/06/2026 ⏱ 16:46 📡 Infomoney 🤖 Gerado Automaticamente 🏷 SAúDE

Mais brasileiras 60+ vivem sozinhas; veja como proteger patrimônio e autonomia

O número de brasileiros que vivem sozinhos continua crescendo. Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em abril deste ano, mostram que um em cada cinco domicílios do país é ocupado por apenas uma pessoa. Entre as mulheres, a maior concentração desse perfil está na faixa etária de 60 anos ou mais. O fenômeno tem levado especialistas a defender uma revisão do planejamento financeiro para esse público, com maior atenção a mecanismos de proteção capazes de reduzir impactos patrimoniais provocados por problemas de saúde, acidentes domésticos e necessidades de assistência ao longo do envelhecimento. Homens de 30 a 59 anos que moram sozinhos devem priorizar quais seguros? Diante do avanço dos domicílios unipessoais no país, especialistas destacam a importância de coberturas voltadas à renda, saúde e patrimônio; confira simulações “O aumento do número de mulheres acima dos 60 anos vivendo sozinhas vem mudando a forma como o mercado financeiro e segurador observa o conceito de proteção na maturidade.

Nesse perfil, os principais desafios deixam de estar concentrados apenas na geração de renda e passam a envolver a preservação do patrimônio, a previsibilidade financeira e a capacidade de sustentar uma vida independente por mais tempo”, ressalta Dayana Gonçalves, supervisora de produtos de vida da MAG Seguros. De acordo com ela, a maior expectativa de vida das mulheres amplia o desafio de garantir recursos para toda a aposentadoria, sobretudo para despesas relacionadas à saúde, assistência e cuidados pessoais. Outro fator apontado é que muitas mulheres dessa geração tiveram trajetórias profissionais marcadas por períodos de informalidade, interrupções na carreira ou rendimentos menores, o que pode resultar em aposentadorias mais limitadas. “O seguro deve ser visto como uma ferramenta de preservação da independência, contribuindo para que a mulher siga tomando decisões com mais tranquilidade, mesmo diante de eventos inesperados”, acrescenta a especialista da MAG. Entre os produtos mais recomendados estão: coberturas para doenças graves DIH (diária por internação hospitalar) “As coberturas para doenças graves têm grande relevância, especialmente diante do aumento da expectativa de vida e da necessidade de lidar com tratamentos de maior duração e custo elevado. Esse tipo de proteção oferece uma indenização financeira em caso de diagnóstico de enfermidades como câncer, AVC ou doenças cardiovasculares”, diz Gonçalves.

A cobertura de diária por internação hospitalar também tem ganhado espaço. Segundo a especialista, o benefício pode ajudar a custear despesas extras decorrentes de uma hospitalização, como contratação de cuidadores, apoio doméstico, transporte e medicamentos. Já o seguro residencial é visto como uma ferramenta complementar de proteção, principalmente para quem mora sozinha, já que oferecem soluções diárias para situações como problemas elétricos, hidráulicos, chaveiro e pequenas adaptações de segurança. Para uma mulher de 60 anos, um conjunto de coberturas incluindo seguro de vida, doenças graves, assistência funeral e assistência residencial custa cerca de R$ 457,47 por mês. Aos 70 anos, quando algumas coberturas já não estão mais disponíveis para contratação, o valor cai para R$ 322,15 mensais. Já aos 80 anos, o custo volta a subir e alcança R$ 740,38 por mês devido ao aumento do prêmio (valor que os clientes pagam para contratar um seguro).

Segundo a especialista, as coberturas de Doenças Graves, Diária por Incapacidade Temporária e Invalidez possuem limite de contratação até os 65 anos, com vigência até os 75 anos. Quer saber mais sobre seguros? Inscreva-se na Segura Essa: a newsletter de Seguros do InfoMoney Segundo Gonçalves, da MAG, as principais tendências incluem coberturas voltadas para proteção em vida, assistência em acidentes domésticos e serviços que contribuam para a manutenção da autonomia. “O mercado segurador vem desenvolvendo soluções cada vez mais aderentes às necessidades e perfis de cada pessoa, acompanhando mudanças demográficas e o aumento da longevidade”, conclui.

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