A aferição de sinais vitais é um procedimento essencial para identificar precocemente alterações no quadro clínico de pacientes e permitir intervenções rápidas e eficazes. Somente em março de 2026, esse ciclo se repetiu mais de 1 milhão de vezes na Hapvida. Em cerca de 98% dessas ocasiões, o protocolo foi executado em plena conformidade, no horário correto, com o paciente identificado e o registro completo. A assertividade foi comprovada pelo Monitoramento de Sinais Vitais, iniciativa assistencial da Hapvida que une protocolo clínico, tecnologia e cuidado humano das equipes de enfermagem para garantir que nenhuma alteração no estado do paciente passe despercebida.
Desde o lançamento do projeto, os números evoluíram de forma contínua. A taxa de assertividade saiu de 95% em julho de 2025 e chegou a um pico de 98,3% em janeiro de 2026, o melhor patamar já registrado. Nos últimos cinco meses, a operação se manteve sempre acima dos 97% – mesmo com crescimento no volume de atendimentos. “Os números demonstram excelência operacional e um compromisso real, mensurável e auditável com a vida humana.
Essa é a prova do trabalho que nossa enfermagem realiza todos os dias”, afirma Alexandre de Oliveira Almeida, diretor executivo assistencial da Hapvida. Um dos diferenciais do projeto é o uso de tecnologia para o registro das informações diretamente à beira do leito, no momento da aferição. Essa metodologia torna o processo mais seguro, ágil e preciso, reduzindo erros de transcrição e garantindo maior confiabilidade dos dados. As informações são integradas automaticamente, em tempo real, ao prontuário eletrônico do paciente, proporcionando à equipe médica uma visão atualizada e completa do estado clínico, o que favorece decisões mais rápidas e precisas.
A dedicação dos profissionais de enfermagem é fundamental no processo. Os profissionais são responsáveis por garantir que a prática seja realizada
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