Publicidade A morte de um ente querido ou parente próximo pode ser um dos momentos mais dolorosos da vida. Além da perda, os trâmites burocráticos exigidos para regularizar a herança podem agravar o processo de luto, transformando um período de recolhimento em uma maratona de papéis, prazos e custos inesperados. O Artigo 1.784 do Código Civil Brasileiro estabelece o princípio da saisine, determinando que, no exato momento da morte, a herança é transmitida automaticamente aos herdeiros legítimos e testamentários. No entanto, essa transmissão opera em caráter provisório, o que demanda a formalização por meio de um inventário para produzir efeitos plenos perante terceiros, como cartórios e bancos, permitindo a venda de bens, transferências e o fim do condomínio hereditário, segundo especialistas em sucessão ouvidos pelo InfoMoney. BAIXE A PLANILHA DE GRAÇA!
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